Na nossa sociedade,
há quem não saiba o que é verdade
homens intereceiros,
que só pensam nos dinheiros.
Falsos ambiciosos,
de pensamentos ociosos,
tentam ser o que não são,
vivem à margem da ilusão.
não ambicionem rimas vivas,
quando só têm rimas mortas,
não é a maneira como escrevem,
é a maneira como se comportam.
não passam de um projecto,
com pouca essência na mão,
olham para um prospecto,
com profunda ambição.
imaginam como será,
estar assim na vida,
mas a realidade já chegou,
e assim como a mim, a vós vos marcou.
ambicionam a riqueza,
e metem de parte a podridão,
enchem os bolsos com a miséria dos outros,
para mim digo-vos já que não.
é essa vossa falsidade que me revolta,
ver homens como vocês à minha volta.
não vos compreendo é certo,
gostava que vocês fizessem o está correcto.
ou seja,
não andarem por aí,
como donos e senhores do mundo,
com a vossa ambição,
segundo a segundo.
a vossa essência é que está em questão,
o vosso veneno, será a vossa perdição.
perdidos na ambição,
de serem mais do que não são,
tenho pena desses ambiciosos,
que altruístas nunca serão.
homens que pensam que são o que não são,
abram os olhos, não digam já que não,
àquela filosofia de vida perdida,
de ser modesto e teres a mente em harmonia.
mudem de vida, mudem de atitude,
homens como vocês, não passam de gente miude.
ainda vão a tempo de algo por vocês fazerem,
talvez estes versos, sirvam para aprenderem.
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